Era de boa pessoa dizer que era má pessoa, certamente. E era por fingir (e tão completamente e tão verdadeiramente e tão apaixonadamente) que não era boa pessoa - porque era boa pessoa, certamente - que era... má pessoa. E os que o viam a ser a má pessoa que não era, só o viam porque liam o que eram e não viam o que não eram: boas pessoas, certamente.
A difícil arte do compromisso
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Já escrevi isto por diversas vezes e em diferentes sítios, embora sempre
com pequenas variantes. Salvo sob ditaduras, ou em regimes autoritários que
tendem...
Há 3 dias

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