Era de boa pessoa dizer que era má pessoa, certamente. E era por fingir (e tão completamente e tão verdadeiramente e tão apaixonadamente) que não era boa pessoa - porque era boa pessoa, certamente - que era... má pessoa. E os que o viam a ser a má pessoa que não era, só o viam porque liam o que eram e não viam o que não eram: boas pessoas, certamente.
Não há revoluções sem momentos de desordem
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Há semanas, numa das suas tiradas inspiradoras de reações imediatas e
primárias a quem nelas crê ou se revê, André Ventura afirmou em pleno
parlamento que ...
Há 2 dias
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