Era de boa pessoa dizer que era má pessoa, certamente. E era por fingir (e tão completamente e tão verdadeiramente e tão apaixonadamente) que não era boa pessoa - porque era boa pessoa, certamente - que era... má pessoa. E os que o viam a ser a má pessoa que não era, só o viam porque liam o que eram e não viam o que não eram: boas pessoas, certamente.
O grande equívoco «social-democrata»
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A história ajuda-nos a entender o presente de uma forma mais completa.
Pode, por isso, servir para dissipar o equívoco que entre nós persiste há
décadas a ...
Há 21 horas
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