Era de boa pessoa dizer que era má pessoa, certamente. E era por fingir (e tão completamente e tão verdadeiramente e tão apaixonadamente) que não era boa pessoa - porque era boa pessoa, certamente - que era... má pessoa. E os que o viam a ser a má pessoa que não era, só o viam porque liam o que eram e não viam o que não eram: boas pessoas, certamente.
Basta de condescendência
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Aquilo que aconteceu ontem no Parlamento, durante a sessão comemorativa dos
50 anos da Constituição, com o discurso de Ventura, não foi apenas a
expressão ...
Há 5 dias
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