Era de boa pessoa dizer que era má pessoa, certamente. E era por fingir (e tão completamente e tão verdadeiramente e tão apaixonadamente) que não era boa pessoa - porque era boa pessoa, certamente - que era... má pessoa. E os que o viam a ser a má pessoa que não era, só o viam porque liam o que eram e não viam o que não eram: boas pessoas, certamente.
De novo o papel do voto útil
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Em democracia, a valorização positiva ou negativa do «voto útil» depende
sempre, passe a forçada redundância, da utilidade política que ele serve e
materia...
Há 14 horas
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